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Filme Muppets 2: estreia, fotos

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Continuação de Os Muppets terá crime e mistério, na trama. Saiba mais sobre o filme Muppets 2.
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Se o primeiro filme já foi bom, o segundo promete ser melhor ainda. Para quem ama o gênero animação, bem como musicais, o Filme Muppets 2 será uma ótima oportunidade para saborear aquela pipoquinha, enquanto se diverte com as trapalhadas dos personagens do de um dos desenhos mais famosos do mundo. O Filme Muppets Most Wanted já está prontinho e terá cenas de crime e mistério.

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ESTREIA DO FILME MUPPETS 2

No início deste ano, houve boatos de que o filme chegaria ao público ainda na metade de 2013. Entretanto, a estreia de Muppets 2 foi marcada para o dia 21 de março de 2014, pela Walt Disney Pictures. O longa será estreado nos Estados Unidos. No Brasil, está marcada a data de 16 de maio.

Muppets Most Wanted é uma espécie de continuação da trama do primeiro filme e foi inspirado em A Grande Farra dos Muppets (1981), que foi o segundo longa dos personagens.

As gravações do filme aconteceram nos estúdios Pinewood e arredores, em Londres. No primeiro, as cenas foram feitas na Califórnia.

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A direção de Muppest 2 ficou por conta de James Bobin e as produtoras são Walt Disney Pictures e Mandeville Films, com o retorno dos produtores David Hoberman e Todd Lieberman. O músico Bret McKenzie, que trabalhou no primeiro filme, também está de volta.

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Curiosidades na internet

Nova busca social do Facebook expõe usuário, afirma ativista

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Campus Party 2013Especializada em privacidade nas redes sociais, a americana Rainey Reitman, da EFF (Electronic Frontier Foundation), vai falar na Campus Party sobre como governos e empresas “usam a tecnologia de formas prejudiciais aos direitos humanos”.

Diretora de ativismo da organização de defesa dos direitos civis e da liberdade de expressão no mundo digital, a americana fará uma palestra na Campus Party nesta quarta-feira, às 13h.

Bogdan Pencea/Das Cloud
Rainey Reitman, diretora de ativismo da Electronic Frontier Foundation, durante conferência na Romênia
Rainey Reitman, diretora de ativismo da Electronic Frontier Foundation, durante conferência na Romênia

“Precisamos achar formas de ensinar as pessoas a se importarem com privacidade na rede antes que elas sejam expostas a qualquer tipo de dano”, afirma Reitman à Folha.
A ativista prevê novos problemas de privacidade com a chegada da Busca Social do Facebook, lançada em fase de testes neste mês.

O recurso permite aos usuários fazerem pesquisas bastante refinadas não só sobre seus próprios amigos (“colegas de faculdade mais velhos do que eu”) como também sobre pessoas desconhecidas -“mulheres solteiras de 18 a 20 anos que moram em São Paulo”, por exemplo.

“Às vezes, sem se darem conta, as pessoas compartilham informações públicas sobre si mesmas no Facebook. Até então, muitos desses dados eram difíceis de achar”, afirma. “A Busca Social é particularmente problemática porque torna todo esse conteúdo muito mais fácil de ser descoberto e acessado.”

Reitman diz esperar que campuseiros ajudem a reconstruir um projeto da EFF atualmente estacionado, o TOSBack, que monitora os termos de serviço de sites como Google e Facebook e avisa os usuários quando há alterações.

Recentemente, o criador do extinto site de armazenamento de arquivos Megaupload, Kim Dotcom, afirmou no Twitter que a EFF está colaborando com ele na Justiça dos EUA para que usuários do serviço voltem a ter acesso aos seus arquivos.

Reitnam confirma a parceria. “Muitas pessoas que armazenavam conteúdo absolutamente legal no Megaupload foram prejudicadas.”

A ativista diz que os usuários de internet devem se manter atentos a iniciativas dos governos que, segundo ela, ameaçam a liberdade de expressão com o pretexto de combater a pirataria.

“Não sei se isso vai ocorrer já neste ano, mas o Sopa e o Pipa vão voltar”, prevê ela, sobre os projetos antipirataria cuja aprovação foi adiada nos EUA no início do ano passado após fortes movimentos de oposição.

Quando Aaron Swartz, acusado de baixar documentos em um repositório pago de artigos acadêmicos com a intenção de distribuí-los gratuitamente, foi encontrado morto, neste mês, Reitman publicou um desabafo sobre o suicídio do ativista.

“Swartz cometeu um suposto crime que não teve vítimas.”

Curiosidades na internet

Saiba como a lei encara ofensas pela internet

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1) Existem leis específicas para crimes contra a honra cometidos pela internet?
Não. Ofensas feitas na rede são encaradas pela Justiça brasileira à luz dos mesmos artigos do Código Penal que se referem a comentários feitos em qualquer outro espaço.

2) O fato de a ofensa ter sido feito pela internet pode agravar a pena?
Sim. Um inciso do capítulo do Código Penal sobre crimes contra a honra diz que as penas aumentam em um terço “na presença de várias pessoas, ou por meio que facilite a divulgação da calúnia, da difamação ou da injúria”, como é o caso da internet.

3) Declarações feitas de forma anônima podem redundar em processos?
Sim. Ocultar o nome na internet não garante o anonimato perante a Justiça. Com os dados do IP da máquina de onde partiu a ofensa, fornecidos pelo provedor da conexão, é possível localizar o autor de um comentário.

4) O provedor da conexão é obrigado a fornecer dados de IP do autor da ofensa?
Sob ordem judicial, sim. No entanto, não há nenhuma lei no Brasil que determine um tempo mínimo durante o qual os provedores são obrigados a guardar os dados de conexão de seus usuários.

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