Não basta conectar, é preciso desenvolver competências digitais, diz Vivo

Quem viveu no Brasil antes de 1998, sabe a dificuldade que era conseguir uma linha de telefone. Quem tinha, podia se considerar um privilegiado. “Era como ter um imóvel”, afirma Renato Gasparetto, vice-presidente de relações institucionais e sustentabilidade da operadora de telecomunicações Vivo. A privatização mudou o cenário e, hoje, há mais linhas de telefone…

Não basta conectar, é preciso desenvolver competências digitais, diz Vivo